A principal dúvida de quem conhece esse modelo pela primeira vez costuma ser:
“como isso funciona na prática?”

A lógica é direta. A energia é produzida em usinas parceiras e injetada na rede da distribuidora. Esse volume gera créditos energéticos que são utilizados para abater o valor da sua conta de luz.

Todo o processo é regulamentado pelo setor elétrico brasileiro, garantindo segurança jurídica e previsibilidade para o consumidor, ou seja, não existe complexidade técnica para quem utiliza, apenas o benefício de pagar menos por algo que já faz parte da sua rotina.